Excelentes taxas de empregabilidade nas licenciaturas da Universidade Lusíada (Lisboa).
A Universidade Lusíada tem vindo a destacar-se pelas altas taxas de empregabilidade dos seus diplomados, especialmente nas licenciaturas do seu campus de Lisboa. Dados estatísticos mais recentes (junho de 2025, referentes a diplomados no triénio de 2020-2023) de fontes oficiais – Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP) e Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) – atestam esta situação, apresentando a Universidade Lusíada (Lisboa) algumas das taxas de empregabilidade mais elevadas no ensino superior, tanto público como privado. Os indicadores dos cursos de 1.º ciclo, com exceção de Serviço Social (88,8%) apontam para taxas superiores a 90%, com dois cursos – Direito e Psicologia – a alcançar mesmo o indicador máximo: 0% de desempregados.
A instituição procura alinhar a sua oferta formativa com as necessidades do mercado de trabalho, mantendo a qualidade pedagógica e científica dos seus cursos. Essa preocupação tem alcançado bons resultados ao longo dos anos e reforça a ideia de que os diplomados pela Universidade Lusíada têm um excelente acesso ao mercado de trabalho, situação comprovada por dados estatísticos. Para os vários triénios apresentados (desde 2013), a taxa de empregabilidade tem vindo a subir, de forma consistente, em todos os cursos. Estes dados evidenciam que a preocupação com a empregabilidade é um fator importante para a instituição, que procura, assim, garantir que os seus estudantes tenham um bom acesso ao mercado de trabalho após a conclusão dos cursos.

Ilustração: Quadro estatístico sobre taxas de empregabilidade dos graduados da Universidade Lusíada (Lisboa).
Altas taxas de empregabilidade são frequentemente associadas à qualidade do ensino, à adequação dos currículos às exigências do mercado e à eficácia dos serviços de apoio à inserção profissional. Refletem a pertinência e qualidade da formação oferecida por uma universidade e trata-se de um fator estratégico para a reputação institucional, para a eficácia das políticas de educação superior e para o desenvolvimento socioeconómico do país. Do ponto de vista dos estudantes, uma formação que resulta em emprego qualificado justifica o investimento financeiro e temporal, contribui para a mobilidade social e autonomia financeira e reduz os riscos de desemprego jovem. Acresce a criação de capital humano qualificado, essencial para a inovação e competitividade económica de Portugal, a retenção de talento no país e a adaptação da força de trabalho às transformações do mercado, nomeadamente em áreas muito específicas como as tecnologias digitais.
A informação estatística completa pode ser consultada na plataforma on-line: infocursos.mec.pt.
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Ilustração do banner: Abordagem estatística. (© Fundação Minerva • Mário Moreira, 2019)
