Recomendações sobre praxes académicas: Lusíada adota medidas de integração solidária dos novos estudantes.
Os órgãos das Universidades Lusíada – Reitor, Chanceler, Vice-Chanceleres, Directores de Faculdade e de Instituto, Provedores dos Estudantes – e, bem assim, todos os seus professores e funcionários desejam aos estudantes que pela primeira vez frequentam os nossos campi universitários a melhor recepção.
Tradicionalmente, as Universidades Lusíada fazem questão de receber da melhor forma os novos estudantes, para que neles perdure o espírito Lusíada.
Para esse efeito, nas duas primeiras semanas lectivas, estão preparadas algumas actividades de acolhimento aos novos estudantes. Essas actividades, da responsabilidade das associações académicas, dos núcleos de estudantes e das estruturas representativas da tradição académica, visam dar a conhecer cada uma das Universidades, os seus serviços e, bem assim, habilitar o novo estudante universitário para as especificidades do ambiente académico e das suas particulares exigências.

Jardim da Universidade Lusíada durante a recepção aos novos alunos. (Fotografia de Jorge Carvalho, 2018)

Jardim da Universidade Lusíada durante a recepção aos novos alunos. (Fotografia de Jorge Carvalho, 2018)
Paralelamente, realizar-se-ão sessões de boas-vindas por parte do Reitor, do Conselho Directivo e dos Directores das Faculdades e dos Institutos, e actividades de esclarecimento preparadas pelos serviços.
As actividades de recepção dos novos estudantes são momentos de alegria, partilha e responsabilidade. Assim, os aspectos relacionados com a chamada tradição académica (praxes académicas) não podem deixar de ser vividos nesse contexto.
Daí que nunca é de mais dar a conhecer algumas regras fundamentais dos momentos de recepção dos novos estudantes que as Universidades Lusíada sempre seguiram e que são partilhadas pelas actuais e pelas anteriores autoridades governativas do país com a tutela do Ensino Superior. Assim:
- Nenhum estudante pode ser obrigado a participar em qualquer acto de praxe académica contra a sua vontade, devendo ser dado conhecimento desse direito a todos os estudantes que pela primeira vez frequentam a Universidade – no acto de inscrição ou em momento subsequente, no início das aulas;
- A decisão do estudante em não participar nos actos de praxe académica será escrupulosamente respeitada, não podendo dar lugar a qualquer tipo de discriminação, desconsideração ou menorização;
- O estudante tem o dever de não praticar qualquer acto de violência ou coacção física ou psicológica sobre os outros estudantes, seja em que contexto for;
- Tais actos constituem infracção disciplinar, podendo, caso configurem ilícito penal, implicar responsabilidade criminal;
- Os actos designados por “praxe académica” têm de valorizar a integração, a colaboração, a partilha e a responsabilidade, não podendo em caso algum revestir natureza vexatória ou de ofensa moral, nem prejudicar o normal funcionamento das instituições, nomeadamente impedir ou dificultar a ida dos estudantes às aulas ou perturbar as demais actividades escolares;
- Qualquer acto contrário ao referido anteriormente deverá ser comunicado imediatamente aos Provedores dos Estudantes, para o efeito de eventual suspensão de todas as actividades de acolhimento e abertura do competente procedimento disciplinar.
Qualquer acto de violência, coacção ou desrespeito pela vontade do estudante deverá ser comunicado imediatamente ao Provedor dos Estudantes:
recomendações sobre praxes académicas
Helder de Albuquerque Machado
Coordenador editorial
Outros posts de Helder de Albuquerque Machado
Contato do autor
Biografia completa
Biografia completa
Helder de Albuquerque Machado é Director dos Serviços de Informação, Documentação e Internet da Universidade Lusíada de Lisboa e Investigador no Centro Lusíada de Investigação em Serviço Social e Intervenção Social. É, também, responsável pelo desenvolvimento de projectos nas áreas das tecnologias da informação e comunicação, como são exemplo os portais "Arquitectura do Saber" e "e-Lusíada". Possui a licenciatura em História (ramos científico e educacional) e a pós-graduação em Ciências da Documentação e Informação, áreas de biblioteconomia e arquivística, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Actualmente, é doutorando em Arquivística Histórica na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Para além da sua actividade como bibliotecário, arquivista e gestor de informação, tem desempenhado funções regulares como docente em cursos de ensino superior, como formador nas áreas da Ciência da Informação e da Internet, como orientador de estágios nos mestrados em Ciências da Informação e da Documentação e como consultor em diversas instituições. Foi membro do Conselho Editorial da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas.
x
Facebook page
Linked In
Website