Prova pública de MIA do Lic. Ricardo Teixeira.
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Ilustração: Capa da prova académica. (© Fundação Minerva • Catarina Graça, 2026)
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O Lic. Ricardo Jorge Pinto Teixeira defendeu, no dia 15 de dezembro de 2025, a sua dissertação de mestrado integrado em Arquitetura, que versou sobre o tema "Inteligência artificial: fatalismo ou progresso na arquitetura" e teve como objetivo investigar as "[...] implicações da Inteligência Artificial na sociedade e, consequentemente, no mercado de trabalho em geral e em particular nos arquitetos, explorando as mudanças nas metodologias tradicionais, o impacto na criatividade e possíveis direções futuras da profissão."
Os avanços tecnológicos têm provocado mudanças profundas e desafiam os paradigmas atuais da sociedade. Entre essas transformações, destaca-se o impacto da inteligência artificial (IA), que não afeta apenas a ciência e a tecnologia, mas também a economia, o mercado de trabalho, a cultura e a política, influenciando diretamente como pensamos, vivemos e construímos o mundo. A arquitetura não é exceção a essas mudanças; pelo contrário, ocupa um papel relevante e deve refletir sobre como integrar a inteligência artificial na sua prática profissional. Segundo o autor, esta temática reveste-se de grande interesse para o profissional da arquitetura, pois a IA não se limita à introdução de novas metodologias ou formas diferentes de pensar, mas também ao desenvolvimento de outras ferramentas de trabalho, novas formas de projetar e desenhar, e novas formas de comunicar com os clientes. Por esta razão, este estudo propõe uma análise profunda dos impactos da IA no mercado de trabalho da arquitetura.
O autor organizou a sua investigação em vários capítulos, começando pelos fundamentos da inteligência e da criatividade, seguindo-se as transformações laborais das últimas décadas, e propondo uma reflexão sobre a transição digital e a manipulação algorítmica. Culminou numa análise do papel do arquiteto nas cidades do futuro.
Em conclusão, este estudo permitiu "[...] oferecer ao arquiteto as ferramentas para melhor compreender as causas e consequências desta nova revolução [IA], encontrar estratégias de agir sobre elas e intervir, com responsabilidade e criatividade, nas novas paisagens que se começam a desenhar" (fonte: dissertação).
O Júri, presidido pela Professora Doutora Arquiteta Helena Cristina Caeiro Botelho, foi composto pelo Professor Doutor Arquiteto Mário João Alves Chaves, como orientador, e pelo Professor Doutor Arquiteto Victor Manuel Canedo Neves, como arguente, que deliberaram aprovar o candidato no ato público de defesa da dissertação.
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Imagem do banner: O Lic. Ricardo Jorge Pinto Teixeira durante o ato público de defesa da dissertação. (© Fundação Minerva • Jorge Lopes Carvalho, 2025)

Ana Rita Ribeiro
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Ana Rita Ribeiro é bibliotecária nos Serviços de Informação, Documentação e Internet da Universidade Lusíada, desde 2008, e colabora, entre outras áreas, no tratamento e processamento da informação, na redação de notícias, no apoio ao utilizador e à aprendizagem.
É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas e pós-graduada em Ciências Documentais (variante de bibliotecas).
Para além da sua atividade profissional, aposta em tempo de qualidade com a família, na leitura e é entusiasta do exercício físico, corrida e trail running.
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